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         Dica em Áudio e Vídeo Profissional

Produção de CDs, Gravações, Criação de Jingles Publicitários e Trilhas, Ensaios, Masterização e Edições de Áudio em Geral.

             O ALL GUITAR´S HOME ESTÚDIO e DVD SUPER, através dos seu proprietário Marcello Panebianco, executa serviços de áudio e vídeo com a qualidade e competência que somente a experiência de mais de 15 anos na área podem oferecer.

            Além desse fator técnico importantíssimo, temos a disposição os melhores e mais modernos equipamentos para gravação e edição de áudio e vídeo com tecnologia digital.  

            Se você quer gravar o seu CD, mas não tem os músicos necessários, nós cuidamos de toda a parte de criação dos arranjos, da execução  e da produção, atendendo totalmente às suas necessidades, assim como a produção de trilhas sonoras, peças publicitárias, narrações e vinhetas.

             Já em vídeo, com a DVD SUPER fazemos transcrição de fitas VHS, VHS-C e MiniDVD para DVD, removemos mofo e recuperamos fitas travadas, montamos e editamos o seu vídeo-clipe, adicionamos efeitos especiais, transições digitais 2D e  3D de imagens, legendas e trilhas sonora. Enfim, a sua imaginação é o limite!

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Curiosidades - 3

Led Zeppelin : Uma árvore genealógica

          E a  história se inicia nos anos sessenta, com os Yardbirds, uma das mais importantes bandas inglesas daquela década.

            A banda tinha um repertório com forte influência blues, mas se destaca na história do rock por ser um verdadeiro celeiro de heróis da guitarra. O primeiro a despontar foi Eric Clapton, seguido de Jeff Beck e Jimmy Page, que chegaram a gravar juntos (imagina o estrago!??).

          Entretanto, no final dos 60's, a banda experimentava uma fase de decadência e Page (nessa altura, o único remanescente do trio de feras da guitarra) estava obcecado por criar uma nova banda, que abalasse o cenário musical misturando hard rock e blues, sem desprezar elementos acústicos.

        
           Como última tentativa para resgata o prestígio da banda, passou a recrutar novos músicos, sendo que os primeiros foram Robert Plant e John Bonham (que eram parceiros na Band of Joy), seguidos do baixista John Paul Jones, antigo conhecido de Page em sua experiência inicial como músico de estúdio.

          Inclusive, na fase de ensaios o nome da banda era New Yarbirds, o que só foi alterado por sugestão do batera Keith Moon (The Who), que após ouvir o peso do som da banda, descreveu a sensação como a de estar diante de um Zeppelin de Chumbo (Led Zeppelin, em inglês). 

 

Led Zeppelin

 

The Rolling Stones : Um sexteto
 
          É isso mesmo, os Stones foram um sexteto secreto até meados da década de oitenta, pois contavam com a participação permanente de Ian Stewart no piano. 

          O motivo do segredo era a feiúra do rapaz. Com medo qua sua aparição nas capas de disco e shows fosse queimar o filme da banda com o público feminino, Stewart permanecia incógnito, com créditos como músico convidado e tocando escondido no palco.
 
          O falecimento do músico nos anos oitenta, facilitou o esquecimento da história, que entendo como uma injustiça. Não que Stewart fosse uma gracinha, mas porque permitiram que Geddy Lee (Rush) e Pete Townshend (The Who) continuassem a assombrar o mundo com suas figuras macabras ?

Rolling Stones

(Por Rafael Martinelli)


  Dica de Informação - 1

Revista Virtual Sobre Rock´n´Roll

         Se você gosta de rock´n´roll, principalmente dos anos sessenta e setenta,  de bandas atuais que são influenciadas pelo sonoridade dessas épocas, história do rock brazuca, psicodelia e afins, aqui vai uma dica muito boa:

 www.senhorf.com.br  

          Esse site é uma revista virtual com muita informação sobre rock´n´roll, com entrevistas, resenhas de shows, discos e livros, além de vasto material sobre as duas décadas mais criativas do rock, com destaque para bandas nacionais dessas épocas (Mutantes, Jovem-Guarda, etc). Vale a pena visitar esse site e dar uma olhada também nas edições anteriores.

(Por Marcello Panebianco)


 

Curiosidades - 1

Astros e “disfarces”

          É comum na história do rock que ídolos se passem por anônimos em algumas circunstâncias, por diversas razões: Fuga da fama, competição de egos ou simplesmente as dificuldades do início de carreira.

          Eric Clapton sola em dois clássicos do rock: “While my guitar gently weeps” (Beatles) e “Simpathy for the devil” (Rolling Stones). Apesar da técnica e estilo de “While my guitar...” sempre terem soado estranhas ao se imaginar George Harrison executando o solo, o disco não traz qualquer crédito pela participação de Eric.

          Apenas com a edição da série “Anthology”, na qual os próprios Beatles contam a história da banda, é que o próprio George confirma a obscura participação de Eric.

          E, diga-se de passagem, que essa situação foi excepcional, pois Os Beatles eram famosos por não admitirem a inclusão de músicos estranhos à banda em suas sessões de gravação.

   

 

 

 

Eric Clapton

 

         

 

          O guitarrista Mark knopfler, que já havia despontado com o Dire Straits, participa do disco “Slow Train coming” de Bob Dylan (1979). Mark toca também em “Infidels” (1983), emprestando toda a sua classe a músicas como “Jokerman”.

 

 

Mark Knopfler

 

 

          É de Eddie Van Halen um dos “riffs” de guitarra que mais marcaram os anos oitenta. Até aí, a surpresa não é grande, considerando a importância e a influência do guitarrista.

          O curioso é que isso ocorreu na música “Beat it” de Michael “transformer” Jackson.

 

 

Eddie Van Halen

(Por Rafael Martinelli)


  Dica de Manutenção de Instrumentos Musicais - 1

Cordas de Aço e Nylon.

         A manutenção correta das cordas do seu instrumento é de extrema importância,já que a falta dela implica em desgaste precoce das cordas (sujeira e oxidação), causando a redução da vida útil das mesmas, conseqüentemente despesas maiores, além de problemas com afinação e desconforto na execução das músicas.

         Cuidar das cordas é muito simples:

         1-Mantenha sempre uma flanela limpa e seca junto ao instrumento (no bag, no case ou no pedestal do instrumento). Nunca guarde-o antes de limpar as cordas individualmente com a flanela, um processo muito útil que leva no máximo de 2 ou 3 minutos, e que retiram às impurezas próprias do suor das mãos e que ficam impregnadas nas cordas e as danificam.

        2-Para instrumentos que possuem cordas de aço, existem vários produtos para a limpeza das mesmas disponíveis nas lojas especializadas. O uso desses produtos pode ser semanal, quinzenal ou mensal, dependendo da quantidade de tempo que toca-se o instrumento e da velocidade da deterioração das cordas.

        Eu, particularmente, uso já há alguns anos, um anti-oxidante chamado WD 40, que apesar de ser um produto que não é especifico para limpeza de cordas de aço e que nem mesmo é vendido em lojas de instrumentos, tem sido muito eficaz para repelir a ferrugem. Aplica-se em um pequeno algodão, depois envolvendo-o na corda e limpando toda a sua extensão, refazendo todo o processo corda por corda, usando sempre um novo chumaço limpo de algodão. Nunca aplicar diretamente sobre as cordas, usar sempre um algodão. 

(Por Marcello Panebianco)


Curiosidades - 2

Garimpeiros do Rock

          Por mais talento que os artistas tenham, é imprescindível que contem com um “empurrão” em seus inícios de carreira. E nessa fase, surgem algumas histórias interessantes.

          O lendário “bluesman” Stevie Ray Vaughn foi “descoberto” por David Bowie, que ficou extasiado ao assistir a uma das performances incendiárias de  Stevie e o convidou para tocar no álbum “Let’s dance” (1983) e em sua turnê, apresentando o guitarrista ao grande público. A projeção ganha naquela oportunidade ajudou muito em sua carreira solo.

Stevie Ray Vaughn

          Foi Paul McCartney que interferiu pessoalmente para que Jimi Hendrix participasse do lendário festival “Monterey Pop Festival” (1967), chamando a atenção de forma definitiva para a revolução guitarrística que Jimi perpetuaria  em sua carreira discográfica.

 

Jimi Hendrix

(Por Rafael Martinelli)


 

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